Luiz Coronel | Poeta, Letrista, Regionalista, Comunicador, Conferencista, Recitais / Show, Palestras

Poesia Amorosa

Presença constante na produção poética



A paixão é um incêndio

na fábrica de fogos de artifício.


A paixão é um balé

à beira de um precipício.



Poesia Social

A poesia não é evasão, antes mergulho indagativo sobre a condição humana.



 Verde é a verdade,

ó tempos profanos!


O sol negará sua luz

e a lua seu lenço

aos que unham,

mordem e sangram

o fértil seio da terra.



Poesia Religiosa

Poemas de Natal constitui-se, em verdade, de um auto natalino contemporâneo. Foi gravado pelo ator Paulo Goulart e tem músicas de Renato Texeira, Sérgio Rojas e a participação especial da Orquestra de Câmera de Blumenau. Patrocínio Grupo Zaffari – Arte e produção Péricles Gomide.


 



Oração dos Pastores

Luiz Coronel / Sérgio Rojas


Pastores, sim são pastores

os que seguem a estrela guia.

E louvam em nossa casa,

Jesus, José e Maria.

E a nossa pequena casa

se banha de paz e de luz.

Na manjedoura dos braços

desperta o menino Jesus.



Poesia Infantil

“Ao escrever para crianças, nunca escreva para crianças” escreveu Fernando Pessoa. A “Coleção Esquilo” viaja para 100 mil exemplares, dentro de uma forma poética e valorização do plano ilustrativo.

A "Coleção Esquilo” representa a retomado de um trabalho realizado para jornais e Grupo Habitasul, em décadas passadas. Os livro hoje editados destinam-se à Feira do Livro Infantil e Feira do Livro de Porto Alegre, bem como à Cia. Carris de Porto Alegre, na celebração do Dia da Criança.



Era uma vez um negrinho

de riso cor do luar.

Vagava sempre sozinho,

pelo campo a pastorear.


Não tinha nome o negrinho,

nem padrinho, muito embora

escolhesse por madrinha

a Virgem Nossa Senhora.




Fortuna crítica - Ave Fauna


Luiz -Poeta/Irmão: O que chama a atenção, a par da melodia, é como as imagens falam magicamente com o leitor, de forma surpreendente, havendo a rara correspondência entre elas e o animal revelado. . sem dúvida é leitura atraente para as crianças e  as crianças que estão vivas nos adultos.

Carlos Nejar
Escritor



"Ave fauna,foi lido e relido com o maior gosto. Quero dizer que essas coisinhas e estes seres ordinários com que trabalhamos: o caramujo, a mosca, a pulga e etc, esses porcariazinhas de seres são tão ricos de poesia. E você bem sabe ver tais riquezas.

Como são importantes para a sensibilidade de um poeta os seres íntimos e suas insignificâncias!

Seu Ave-Fauna dá provas disso.

Encontrar a grandeza no desprezível é tarefa de poeta de alma rara. Você bem encontra.

Meus parabéns, poeta."

Manoel de Barros
Escritor/poeta



"Ao poeta, amigo, felicitações pelo seu belo e inspirado “Ave Fauna”. As minhas netas adoraram. E o avô delas, também."


Luiz Armando Niskier
Acadêmico ABL

25 Poemas Preferenciais



Paulo José Interpreta Luiz Coronel

Pequena canção para uma cidade muito amada

Nós somos nossos sonhos

e as lembranças que nos seguem.

Nossa cidade é um porto

e tornamos este porto mais alegre.

Nós somos essas ruas

banhadas de lua.

E esse por de sol

que se entrega às águas

num esplendor de paixão.

Nós somos essas vidas

cinza, alvores e canção.

Ah, cidade de meus amores,

ah, Porto Alegre estendida

à beira do rio

e em meu coração!







O Pai

Nossa mão pequena
em sua mão,
semente no fruto
ou fruta em seu cacho.

Nossos brinquedos
cabiam em seus sapatos.

O pai não teme a treva
nem os barulhos do pátio.

O pai é o pai.
Pão e o vinho
na cabeceira da mesa.

Um dia nos descobrimos
surfando as ondas,
sobrevoando as montanhas,
cruzando as estradas.

Mas todas as setas
apontam o regresso
à casa paterna.

Quando o pai sorri,
o sol se impõe
sobre a neblina.

Ao abraçá-lo,
sentimos o peso do tempo
sobre suas costas.

O pai tem gestos brandos
e olhar incisivo.

Mas onde quer que estejamos,
o seu olhar nos guia.

E a sua mão
nos abençoa.

Mãe

Mãe,
peixe,
sim, peixe
fui em teu aquário.

Pássaro implume
em teu ninho.
Cordeiro
em teu estábulo.

Ah, esse aroma de favos
de teu colo,
incenso em minha infância...

A grande Fada
transforma em riso
o grito
descoberta do mundo.

Mãe é flor na sala,
lençóis limpos
e mesa pronta.

A mãe batiza os objetos.
A jarra de água fresca,
as toalhas.
O termômetro.


A mãe espera
até que a aurora
entregue o pão e o leite
no portal.

Eis a mãe,
com seus presságios
e sobremesas.

Eis o filho, guardião
de uma herança de amor
protegida a sete chaves
lá onde residem
as mais cálidas lembranças
e os mais ásperos segredos.




Dona Amelinha e seus sete filhos

Canção do Amigo

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